terça-feira, 27 de agosto de 2013


Fonte da imagem: http://www.classirondonia.com.br/noticias/wp-content/uploads/2011/09/crian%C3%A7a-estudando1.jpg


 Fundação Centro de Ciências e Educação a Distância do Estado do Rio de Janeiro
Centro de Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Curso de Licenciatura em Pedagogia
Educação a Distância 
 

Adriana Barcellos da Silva   Matr: 10212080360
Deise dos Santos Monteiro  Matr: 10212080494
Alunas do 7º período do pólo de Itaguaí.


domingo, 25 de agosto de 2013

  http://www.educacaoadistancia.blog.br/wp-content/uploads/2008/09/elearning1.jpg
 
O uso do computador, bem como o de novas mídias tornou mais dinâmica a vida dos estudantes e profissionais da educação, como essas tecnologias estão agregadas a vidas cotidiana da maioria das pessoas na atualidade, nem imaginamos nossas vidas sem esse suporte positivo e criativo, o computador nos leva a adquirir conhecimento em variadas áreas. 

Adriana Barcellos da Silva.

sábado, 24 de agosto de 2013

A Educação a distancia veio para romper as barreiras do tempo, da distancia e da indisponibilidade de compatibilidade de horários pessoais e organizacionais. Através das metodologias empregadas, torna-se possível, mesmo em horários diferentes do “horário comercial tradicional” acessar as atividades, enviar mensagens aos professores ou aos tutores e sanar dúvidas em relação ao conteúdo. Também torna-se capaz formar interação com outros alunos e que muitas vezes forma-se um elo tão interessante, que, mesmo a distancia, cria-se novas amizades através dos grupos de estudos formado, onde há uma verdadeira interação e troca de conhecimentos. O computador deixa de ser apenas uma máquina fria e sem vida e passa a ser um ponto de apoio, para um trabalho engajado e sem fronteiras. As novas tecnologias, através de seus idealizadores, vem cada vez mais servindo para encurtar distancias e tem deixado de ser simples aparelhos, para se tornar elos de ligação e interação entre pessoas.
Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/academico/as-potencialidades-da-educacao-a-distancia-e-a-capacidade-de-alcance-em-relacao-as-dificuldades-de-cada-aluno/69503/

MOMENTO DE DESCONTRAÇÃO.




Fonte da Imagem: www.google.com.br/imgres?imgurl=http:



Somente na comunicação tem sentido a vida humana” 
Paulo Freire

Fonte: http://www.brasilescola.com/upload/e/crianca%20e%20televisao.jpg

Devemos observar que a televisão é um meio tecnológico de grande potencial para auxiliar na educação. Por isso, é fundamental que os responsáveis por ela transformem este canal de informação num ambiente em que se possa aprender de fato a valorizar o ser humano, a arte, a cultura e a vida em todas  as suas formas. Não negar ou omitir a realidade, mas proporcionar mais momentos informativos, documentais e imparciais.

Fora isso, o papel do educador e dos pais diante da realidade que dispõem é proporcionar em sala de aula e em casa momentos de discussão sobre os programas da televisão a fim de formar cidadãos críticos a ponto de escolherem o que lhes é favorável, bom e prazeroso assistir, separando do que lhes é negativo, sensacionalista e imparcial.

Fonte: http://www.ruadireita.com/tv-hifi/info/a-influencia-da-televisao-na-educacao

UM NOVO PARADIGMA EM EDUCAÇÃO


    

        O terceiro milênio se aproxima e as mudanças na educação vêm com ele, seja por consequência natural das demais transformações do mundo, seja por exigência deste novo contexto ao qual a escola precisa se adequar.

 

No velho Paradigma ...
No novo Paradigma ...
  • o professor é leitor, lente [do latim: lecionar]. Houve a época em que o professor apenas lia a matéria do dia, talvez até discorresse sobre um ou outro ponto, e marcava as avaliações sobre o assunto. Mesmo tendo evoluído em relação à tal prática, ainda vemos em nossa década aulas muito expositivas, em que o conteúdo é quase "lido" para os alunos.
  • o professor é orientador do estudo. Um novo perfil de professor é delineado: ele é aquele que orienta o processo da aprendizagem e, ao invés de pesquisar pelo aluno, ele o estimula a querer saber mais, desperta a sua curiosidade sobre as questões das diversas disciplinas e encontra formas de motivá-lo e de tornar o estudo uma tarefa cada vez mais interessante.
  • o aluno é um receptor passivo, que ouve as explicações do professor - aquele que sabe muito mais do que ela - e vai tateando em busca daquilo que acredita que o professor deve desejar que ele aprenda, diga, pense ou escreva.
  • o aluno é agente da aprendizagem, tornando-se um estudioso autônomo, capaz  de buscar por si mesmo os conhecimentos, tornar seus próprios conceitos e opiniões, responsável pelo próprio crescimento.
  • sala de aula: ambiente de escuta e recepção, onde o ideal é que ninguém converse, todos fiquem atentos para saber repetir posteriormente o que o professor explicou.
  • sala de aula: ambiente de cooperação e construção em que, embora se conheçam as individualidades, ninguém fica isolado e todos desejam partilhar o conhecimento.
  • a experiência passa do professor para o aluno: o aluno aprende o que o professor já sabe, já pesquisou - e somente aquilo.
  • troca de exeperiências entres aluno/aluno e professor/aluno: orientador e orientando aprendendo juntos.
  • o aluno aprende e estuda por obrigação, por pressão da própria escola, por medo de notas baixas, por ansiedade de não ir para a recuperação durante as férias ...
  • o aluno aprende e estuda por motivação. As coisas são degustadas, saboreadas internamente, e existe grande prazer na busca dos novos conhecimentos. Aprender é crescer.
  • conteúdos curriculares fixos, numa estrutura rígida que não prevê brechas nem modificações.
  • conteúdos curriculares atendem a uma estrutura flexível e abeta, em que cada aluno pode traçar os próprios caminhos.
  • tecnologia: desvinculada do contexto. Um retroprojetor ou um projetor de slides são usados como instrumentos esporádicos para tornar determinado assunto mais agradável. As vezes o professor não sabe utilizá-los e é comum que não funcionem, atrasando a aula e irritando a todos.
  • tecnologia: está dentro do contexto, como meio, instrumento incorporado. A televisão, o computador e a conexão em rede passam a ser excelentes meios pelos quais diferentes conhecimentos chegam à sala de aula. O visual é atraente, e vem acompanhado de som. As possibilidades abertas são infinitas.
  • tecnologia: ameaça para o homem. O professor teme ser substituído por um computador com o qual ele não pode competir. A escola tenta evitar uma sociedade em que os homens valham menos do que as máquinas, e a tecnologia passe a ser o centro do universo.
  • tecnologia: compreendida como instrumento a serviço do homem. O professor utiliza a tecnologia como recurso para estimular a aprendizagem. A escola tenta formar uma sociedade em que o homem seja o centro  e utilize a tecnologia a serviço do bem de todos.
  • os recursos tecnológicos são manipulados pelo professor, que prepara anteriormente o que vai usar e comanda projeções de slides, apresentações de transparências, ...
  • os recursos tecnológicos são manipulados pelo professor e pelos alunos; idealmente, cada um tem acesso ao computador e aluno e professor trocam idéias e conhecimentos.
    No novo paradigma que o contexto atual já exige de nós, uma das prática mais importantes é a do conhecimento construído, buscado pelo grupo, partilhado. A criatividade passa a ser o ponto alto, num momento em que novos caminhos de aprendizagem podem ser valorizados e já não se tenta obedecer a um único padrão de estudo. À medida que o saber é construído, ocorre a partilha dos conteúdos e das experiências. Isso legitima o conhecimento, pois o expõe a críticas, a divergências e, é claro, enriquece a pesquisa de todos.    Nesta troca de experiências entre aluno e professor, duas posturas são impensáveis.
  1. Aquele velho medo de errar. O erro ganha um novo valor neste momento. Aquele que não erra nunca é porque não teve coragem de experimentar uma prática nova, está estagnado no velho paradigma que já não atende nossos objetivos educacionais. O erro, apesar de frustrante, acena para a possibilidade de um futuro acerto e, portanto, de uma futura melhora na ação pedagógica.
  2. Aquele velho medo de dizer "não sei". A prática de troca de saberes pede do professor que ele se livre daquela armação de "senhor dos conteúdos". É importante que o profissional esteja bem preparado, sim, pois ele será sempre um referencial para o aluno. Mas não é mais necessário saber tudo, ter as respostas na ponta da língua - até porque, na Era da Informação, isso é praticamente impossível. Bom mesmo é que o professor também se fascine, junto com o aluno, pela pesquisa e pelo novo. Uma postura nesse estilo, desarmada e aberta, nos aproxima muito mais daqueles que orientamos e possibilita que sejam construídas relações afetivas mais verdadeiras.
    Parafraseando Paulo Freire, poderíamos dizer: ninguém educa ninguém, ninguém é educado por ninguém; os homens se educam juntos, em comunhão. A Internet é um dos caminhos desse processo.
Fonte: Andrea Ramal
"Internet e Educação” in Rio de Janeiro: REVISTA GUIA DA INTERNET.BR, Ediouro, no 12., 1997

Superando...

"A educação via internet vem se apresentando como grande desafio para o professor, acostumado ao modelo clássico de ensino da sala de aula presencial. São dois universos distintos no que se refere ao paradigma comunicacional dominante. Enquanto a sala de aula tradicional está vinculada ao modelo unidirecional “um-todos”, que separa emissão ativa e recepção passiva, a sala de aula online está inserida na perspectiva da interatividade, entendida aqui como colaboração “todos-todos” e como “faça você mesmo” operativo. Acostumado ao modelo da transmissão de conhecimentos prontos, o professor se sente pouco à vontade no ambiente online interativo, onde os aprendizes podem ser co-autores da comunicação e da aprendizagem.

Prevalece ainda hoje o modelo tradicional de educação baseado na transmissão para memorização, ou na distribuição de pacotes fechados de informações ditas “conhecimento”. Há cinco mil anos a escola está baseada no falar-ditar do mestre e na repetição do que foi dito por ele. Paulo Freire, maior educador brasileiro, criticou intensamente esse modelo educacional. Ele dizia: a educação autêntica não se faz de A para B ou de A sobre B, mas de A com B. Porém, não é fácil sair desse paradigma da transmissão para a interatividade própria do digital, da internet, a não ser violentando a natureza comunicacional da nova mídia, repetindo o que faz na sala presencial.

No ambiente online o professor terá que modificar sua velha postura, inclusive para não subutilizar a disposição à interatividade própria do digital online. No lugar da memorização e da transmissão centradas no seu falar-ditar, o professor propõe a aprendizagem aos estudantes modelando os domínios do conhecimento como espaços abertos à navegação, manipulação, colaboração e criação. Ele propõe o conhecimento em teias (hipertexto) de ligações e de interações, permitindo que os alunos construam seus próprios mapas e conduzam suas explorações.

De apresentador que separa palco e platéia, emissor e espectador, o professor passa a arquiteto de percursos, mobilizador das inteligências múltiplas e coletivas na experiência da co-criação do conhecimento. E o aluno, por sua vez, deixa a condição de espectador, não está mais submetido ao constrangimento da recepção passiva, reduzido a olhar, ouvir, copiar e prestar contas. Assim, ele cria, modifica, constrói, aumenta e torna-se co-autor da aprendizagem.

Aliás, o aluno aprendeu com o controle remoto da TV, com o joystick do videogame e agora aprende com o mouse. Esse trajeto resulta em migração da recepção passiva, para uma nova recepção que evita acompanhar argumentos lineares que não permitem interferência, agregação, modificação. O professor precisa se dar conta de que isso significa emergência de uma atitude menos passiva diante da mensagem. E que essa atitude vem exigir uma nova sala de aula presencial ou online, onde transmissão e “decoreba” estejam fora de lugar.

Para não violentar esse aluno e também a internet, o professor precisa aprender com o webdesigner e não mais com o apresentador de TV. Enquanto esse velho conhecido é o narrador que atrai o espectador de maneira mais ou menos sedutora para sua récita, o informata constrói uma teia de territórios abertos a navegações e dispostos a interferências, a manipulações. Para não subutilizar a natureza comunicacional da internet, para não subestimar a disposição comunicacional do aluno, o professor precisa perceber que a tela da TV é espaço plano de irradiação que só permite mudar de canal, enquanto a tela do computador é espaço tridimensional, que permite adentramento e manipulação dos conteúdos. Precisa perceber, enfim, que a tela da TV é para assistir e a tela do computador é para interagir, e que assim emerge uma nova ambiência comunicacional, já definida como cibercultura.

É preciso se colocar a par da cibercultura, isto é, da atualidade sócio-técnica informacional e comunicacional, definida pela codificação digital (bits), isto é, pela digitalização que garante o caráter plástico, fluido, hipertextual, interativo e tratável em tempo real do conteúdo, da mensagem. A codificação digital permite manipulação de documentos, criação e estruturação de elementos de informação, simulações, formatações evolutivas nos ambientes ou estações de trabalho do tipo Macintosh, Windows, Linux, concebidas para criar, gerir, organizar, fazer movimentar uma documentação completa com base em textos, grafismos, sons, imagens, vídeos e números.

O professor pode lançar mão dessa disposição do digital para potencializar sua sala de aula online. Ao fazê-lo, ele contempla atitudes cognitivas e modos de pensamento e de valores que se desenvolvem juntamente com o crescimento da cibercultura. Ou seja: contempla o novo espectador, a geração digital.

Por não perceber a nova ambiência comunicacional que emerge com o digital, o professor tenderá a manter em seus cursos via internet o mesmo modelo de ensino em que os conteúdos são distribuídos em sites educacionais estáticos, ainda centrados na transmissão de dados, desprovidos de mecanismos de interatividade, de criação coletiva, de aprendizagem construída. Como diz o pesquisador de EAD online Paulo Blikstein, do MIT, o paradigma permanece o mesmo do ensino tradicional. O professor é o responsável pela produção e pela transmissão do conhecimento. Assim, os cursos pela internet acabam considerando que as pessoas são recipientes de informação, e a educação continua a ser, mesmo na tela do computador online, o que ela sempre foi: repetição burocrática ou transmissão de conteúdos empacotados. Se não muda o paradigma, a internet acaba servindo para reafirmar o que já se faz.

É preciso não subutilizar a internet. Para além do site estático, feito com pacotes de informação e de exercícios a serem assimilados e cumpridos, é preciso investir na construção de arejados ambientes virtuais de aprendizagem, que disponibilizem ferramentas (interfaces) que permitam a participação e a colaboração dos aprendizes na construção da comunicação e do próprio conhecimento.

Os conteúdos são disponibilizados em forma de hiperlinks que permitem ao aprendiz transitar aleatoriamente por fotos, sons, filmes, textos, gráficos etc, e ainda interferir em conteúdos – necessitando para isso da colaboração do web-roteirista ou do instructional designer. Assim, ele vai além da lógica unívoca da mídia de massa, democratizando a relação do usuário com a informação e gerando um ambiente conversacional que não se limita à lógica da distribuição. Isso, associado a interfaces fáceis como fórum, chat, mural, galeria de produções, banco de dados abertos à manipulação e à intervenção livre e plural dos alunos e do professor, pode fazer a diferença.

Diante do computador online, o usuário transita da condição do espectador da TV, para a condição de sujeito operativo, participativo. O professor pode inquietar-se bem com essa transição e aí encontrar inspiração para reinventar sua autoria na sala de aula online, e também na sala de aula presencial e infopobre.

*Marco Silva é autor do livro “Sala de aula interativa” -marcoparangole@uol.com.br - e professor da Uerj.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Site desta imagem: escolainterligada.blogspot.com

Há alguns anos atrás, não muitos, os espaços para a aprendizagem eram a família e a escola. O instrumento, a tecnologia utilizada para aprender e ensinar era o livro; ali estava guardado os conhecimentos e informações e com o auxílio do professor, figura central no processo de aprendizagem, eram transmitidas as lições necessárias para a vida.
O livro já não é mais a única tecnologia disponível para a aprendizagem; a escola não é também o único espaço onde se aprende e o professor já não funciona também como figura central deste processo.
Os avanços tecnológicos juntamente com o conceito de globalização dão ao aprender e ensinar uma outra dimensão. O computador, através da Internet, proporciona um tipo diferente de apropriação do conhecimento, estando conectado se tem acesso as saberes e informações do ciberespaço, um espaço virtual incomparavelmente maior do que qualquer escola, e nele o indivíduo tem a possibilidade de simular a realidade, interagir com pessoas de qualquer parte do mundo, usar multi-meios que dão acesso a textos, imagens e sons sobre os mais variados temas, enfim, a era digital amplia os espaços dos indivíduos fazendo com que ele estabeleça relações com um número maior de pessoas e situações diferentes, viabilizando a interatividade que dá um sabor diferente ao aprender.
Essas transformações contemporâneas ampliam o conceito de educação. A era digital exige uma educação permanente, que ocorre tanto nas instituições formais como nas informais, das mais diversas maneiras e com as mais variadas pessoas. As formas de aprender que herdamos da cultura oral e da cultura letrada não serão descartadas na era digital, elas funcionaram como complementares, e serão ampliadas através das possibilidades digitais.

Fonte: http://www.psicopedagogia.com.br/
DESAFIOS COMUNICACIONAIS DA 
EDUCAÇÃO ONLINE

A educação online não é uma evolução da EAD feita à base de mídia de massa (impresso, rádio e TV). Ela emerge como um fenômeno da cibercultura, portanto em outro paradigma comunicacional. Compreendida como modalidade educacional potencializada pelas tecnologias digitais ou ainda como o conjunto de ações de ensino e aprendizagem que são desenvolvidas através de meios telemáticos, como a internet, a especificidade da educação online encontra-se no fato de utilizar tecnologias que permitem novas formas de interação tanto com conteúdos informativos quanto entre as pessoas.
Assim, à medida que se conhecem ambientes online de aprendizagem, percebe-se que, além da informação, existem à disposição recursos que possibilitam a interlocução entre seus freqüentadores. A educação online traz desafios específicos para docentes e discentes, pois demanda uma formação voltada para um novo indivíduo, que aprendeu com o controle remoto da TV, com o joystick do videogame e agora aprende com o mouse. Os jogadores de games e os usuários do computador online estarão cada vez mais presentes no cenário educacional, como novos espectadores, quando muitos professores e gestores de educação ainda estão despreparados para lidar com a demanda comunicacional desses novos aprendizes.
 
Fonte: http://www.senac.br/BTS/artigo-7.pdf